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Desporto

Especial: Riba d'Ave Hóquei Clube

3 min. 25.10.2018

Narciso

Narciso Silva, presidente do Riba d’Ave

“Queremos consolidar o clube na 1ª Divisão”

Depois de várias temporadas a exercer o cargo de presidente da Assembleia Geral, Narciso Silva depara-se com uma nova missão no Riba d’Ave Hóquei Clube (RAHC). “Nunca quis ser presidente, mas o apelo tornou-se irrecusável, até pelo contexto em que o clube se encontra”, admitiu, ciente da responsabilidade de “dar continuidade ao trabalho” desenvolvido pelo antecessor Rui Santos.

“Estes dois primeiros meses têm sido trabalhosos, mas igualmente gratificantes”, reconheceu, imbuído do espírito de liderar uma equipa que “vai trabalhar para servir o clube da melhor forma”.

A atual temporada marca o regresso do RAHC à elite nacional, depois de há dois anos o clube ter sido relegado na sequência de uma decisão administrativa que motivou muita discórdia na vila ribadavense.

“Queremos consolidar o clube na 1ª Divisão, de forma a que possamos ser reconhecidos como um clube com esse estatuto”, frisou, manifestando alegria pelo facto de o clube se constituir como “uma montra para que jovens atletas possam singrar no principal escalão”.

O campeonato reserva duelos com gigantes europeus da modalidade, mas tal facto não amedronta os ribadavenses. “Independentemente do adversário, vamos entrar em todos os jogos para discutir os três pontos”, garantiu, desejoso de que esta mentalidade vencedora seja potenciada nos jogos caseiros: “O Parque das Tílias será um castelo difícil de ser transposto pelos nossos adversários”.

Hugo Azevedo

Hugo Azevedo, treinador do Riba d’Ave Hóquei Clube

“Queremos dar excelentes espetáculos”

De volta aos grandes rinques do hóquei patinado português, o Riba d’Ave Hóquei Clube pretende que esta não seja uma estadia passageira. “O objetivo passa pela manutenção. A direção propôs-nos estabilizar o clube na 1ª Divisão e só depois poderemos pensar em objetivos mais audaciosos”, asseverou Hugo Azevedo, que irá manter a dupla função de treinador-jogador no ano de regresso do emblema ribadavense àquele que é apelidado por muitos como o melhor campeonato do Mundo.

“Será um campeonato tremendamente competitivo e no qual iremos, certamente, passar por tremendas dificuldades”, antevê, convicto de que o RAHC vai, porém, deixar uma marca bem vincada: “vamos apresentar um hóquei positivo e apostado na vertente ofensiva, pois queremos dar excelentes espetáculos”.

Uma ideia sustentada pela aposta em jovens jogadores que já apresentam cartel na modalidade.

“Para colocar em prática esta ideia de jogo teríamos de contratar jogadores com qualidade e com enorme margem de progressão. São jovens que poderão mostrar-se neste campeonato e que deverão ser a base sustentada do nosso projeto desportivo”, projetou.

Não obstante a diferença de recursos para vários adversários, Hugo Azevedo deixa uma garantia: “somos uma equipa amadora que terá a pretensão de competir como profissional”. Uma convicção enquadrada na vontade de, sublinha, “retribuir o enorme carinho da massa associativa”.

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