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Desporto

Especial SC Cabeçudense

3 min. 03.11.2018

Paulo Costa

Paulo Costa, presidente do SC Cabeçudense

“Queremos subir de divisão”

A mira do Sporting Clube Cabeçudense está bem definida para a temporada 2018/2019: atacar a subida à II Divisão Nacional. Um pensamento revelado, sem subterfúgios, por parte do líder máximo do emblema que está a competir na 1ª Divisão da Associação de Futebol de Braga.

“Queremos subir de divisão. Estamos decididos a lutar por esse objetivo”, reconheceu Paulo Costa, ciente de que a formação de Cabeçudos deverá ter pela frente adversários que assinaram o mesmo compromisso.

“O campeonato será muito competitivo, pois nele participam equipas habituadas a ficar nos quatro primeiros lugares que dão acesso à fase de subida”, frisa, elencando Contacto e Piratas de Creixomil como principais concorrentes na luta previsivelmente renhida pela promoção.

“Queremos regressar à II Divisão Nacional, pois acreditamos que esse é o patamar em que merecemos estar”, argumenta o presidente, que dá asas a um sonho ainda de maior dimensão para a atual época: “além da subida, também queremos ganhar a Taça da AF Braga”.

Apesar de dispor de menores recursos do que outros emblemas, o SC Cabeçudense acredita que a equipa poderá fazer-se valer de outros argumentos.

“Temos poucos apoios, mas tentamos oferecer as melhores condições possíveis ao grupo de trabalho”, releva um presidente crente em terminar a temporada a festejar.

Ricardo Costa

Ricardo Costa, treinador do SC Cabeçudense

“O SC Cabeçudense terá, obrigatoriamente, de subir de divisão”

Atacar a subida de divisão é palavra de ordem no grupo de trabalho do Sporting Clube Cabeçudense. O treinador Ricardo Costa é o porta-voz da ambição do emblema de Cabeçudos, que apenas tem em mente regressar a um escalão no qual participou pela última vez em 2015/2016.

“O SC Cabeçudense terá, obrigatoriamente, de subir de divisão. A aposta foi total nesse sentido, pois queremos voltar a um patamar em que consideramos que o clube deve estar”, reconheceu.

A forte convicção do treinador é, de resto, suportada pela rigorosa construção do plantel.

“Mantivemos cerca de 70% do grupo da época anterior e conseguimos acrescentar três elementos com muita qualidade e experiência na modalidade”, rejubila, apontando, de resto, a manutenção da estrutura base da temporada transata como “o grande reforço para 2018/2019”.

Num lote em que estão ainda incluídos, segundo Ricardo Costa, Contacto e Piratas de Creixomil, o técnico mostra, porém, uma confiança inabalável no grupo que dirige: “temos o plantel mais forte e equilibrado do campeonato e é isso que tentaremos demonstrar jornada após jornada”.

Depois de uma descida delicada ao campeonato distrital no final da época 2015/2016, em Cabeçudos garante-se que esse já é um capítulo completamente encerrado.

“O SC Cabeçudense está mais vivo que nunca. Nesse sentido, subir de divisão é a única coisa que nos passa pela cabeça”, rematou.

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