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Desporto

Riba d'Ave aponta o dedo aos jogadores da Sanjoanense e à Federação

3 min. 06.03.2018

O jogo entre AD Sanjoanense e Riba d'Ave Hóquei Clube, os dois primeiros classificados da 2ª Divisão Nacional - Zona Norte, foi emocionante e com vários motivos de interesse para quem assistiu à partida. No entanto, o encontro, que terminou com a vitória (5-4) da equipa de São João da Madeira, ficou manchado por alguns acontecimentos registados no final da partida, entre jogadores da AD Sanjoanense e os adeptos do RAHC.

Já depois de as duas equipas e da dupla de árbitros terem recolhido aos balneários, os jogadores da equipa da casa regressaram ao ringue e, defende o clube ribadavense, “provocaram os adeptos do RAHC”. O ambiente aqueceu e algumas cadeiras foram, inclusivamente, arremessadas na direção dos hoquistas da equipa de São João da Madeira, situação que gerou alguma confusão que viria a ser controlada pelas forças policiais.

Embora admita que “os ânimos ficaram exaltados”, o presidente do Riba d’Ave mostrou-se muito crítico para com o comportamento dos jogadores da equipa da casa. Rui Santos defendeu que “os adeptos do RAHC foram provocados com vernáculo e muitas palavras desrespeitosas”, lamentando aquilo que, defende, “parece ser uma necessidade de afronta ao RAHC”.

Entendendo que “o comportamento dos jogadores foi muito grave”, Rui Santos sente que este é mais um caso de ataque ao emblema que preside. O dirigente considera que este episódio se enquadra num “conjunto de situações que parecem ser apadrinhadas por quem tem a responsabilidade de levar a cabo a fiscalização destes eventos, já que os clubes se sentem num clima de impunidade perante algumas ofensas que dirigem ao nosso clube”.

Rui Santos assumiu, de resto, um tom muito corrosivo perante algumas decisões da Federação de Patinagem de Portugal (FPP), queixando-se de alguma dualidade de critérios.

“Estranho que apenas os jogos em que o RAHC está envolvido é que são alvo de processo de inquérito”, confessou, acrescentando: “este ano, já houve tiros das forças policiais em jogos de hóquei em patins, bem como dirigentes a invadir o campo e ainda cenas de ofensas e ataques a árbitros”. Situações que não mereceram, na ótica de Rui Santos, o mesmo tratamento prestado ao clube ribadavense.

“Em Riba d’Ave, se um copo de água verter dá lugar à abertura de um processo de inquérito. É muito estranho que determinadas situações estejam a acontecer só esta temporada e na senda de um conjunto de processos judiciais que o RAHC tem com a FPP”, vincou.

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