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Cerca de 200 obras surrealistas estão patentes em Famalicão

2 min. 25.06.2018

O Centro Português do Surrealismo, que foi inaugurado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em Famalicão, no início deste mês, já inaugurou a exposição “O Surrealismo na Coleção Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian”, que ficará patente até ao dia 8 de setembro.

A mostra, que inaugurou a nova sala de exposições, permite revisitar as obras ligadas ao Movimento Surrealista da coleção da Calouste Gulbenkian, regressando aos acontecimentos plásticos desse período.

Para o presidente do Conselho de Administração da Fundação Cupertino de Miranda, Pedro Ribeiro, “esta exposição representa um estímulo à investigação e compreensão, quer de atitudes, quer de pensamentos, levados a cabo por autores que desafiaram a situação social e política da época”.

Por seu turno, a diretora do Museu Calouste Gulbenkian, Penelope Curtis, afirmou que esta exposição representa algumas das obras “mais significativas que podem ser definidas simultaneamente como surrealistas e portuguesas”. “Esta primeira iniciativa ajudará a solidificar um conhecimento mais aprofundado dos parâmetros do Surrealismo em Portugal, não só na sua forma concreta, mas também como linguagem artística”, frisou.

Refira-se que a exposição é composta por quase 200 obras de autores, nomeadamente de António Pedro, António Dacosta, Fernando Lemos, Mário Cesariny, Cruzeiros Seixas, Paula Rego, João Cutileiro, Nadir Afonso, entre outros.

De entrada livre, a mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 10h00 às 12h30 e das14 às 18 horas. Aos sábados e feriados, está aberta das 14 às 18 horas.

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