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Museu da Guerra Colonial quer centro de investigação

1 min. 09.07.2018

O Museu da Guerra Colonial quer criar um centro de investigação e de estudo sobre este período da história de Portugal.  O desafio foi lançado hoje nas comemorações do 17º aniversário do museu famalicense, sediado no Lago Discount em Ribeirão, numa cerimónia que contou com a presença do ministro da defesa, Azeredo Lopes.

O presidente do Museu da Guerra Colonial, Augusto Silva, aproveitou a presença do ministro para lançar o repto à celebração de protocolos que permitam desenvolver a parte científica e académica do museu.

Questionado pelos jornalistas sobre esta intenção, Azeredo Lopes mostrou disponibilidade do Ministério da Defesa para promover o envolvimento do mundo académico no projeto:

De resto, o projeto conta também com o apoio da Câmara Municipal, como fez questão de vincar o presidente Paulo Cunha, que elogiou o trabalho desenvolvido pelo museu ao longo dos seus 17 anos de existência.

Recorde-se que o Museu da Guerra Colonial foi inaugurado em abril de 1999, através de uma parceria entre a Câmara de Famalicão, a Associação Dos Deficientes das Forças Armadas e o Externato Infante D. Henrique de Ruilhe.

O Museu pretende transmitir ao visitante um real conhecimento sobre a Guerra Colonial, contada por quem a viveu e sentiu na primeira pessoa.

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