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Deputado questiona falta de médicos em Famalicão

2 min. 18.09.2018

A saída de cinco médicos do Centro de Saúde de Famalicão, no final do mês de julho, levou o deputado famalicense do PSD, Jorge Paulo Oliveira, a questionar o Ministério da Saúde, criticando a medida da Administração Regional de Saúde do Norte.

Por força da saída daqueles clínicos, em finais de julho, “milhares de utentes ficaram sem médico de famílias”, durante todo o mês de agosto. No entanto, no início do mês de setembro, a ARS Norte já tinha procedido à substituição dos médicos em falta.

A entidade que tutela a saúde na região esclareceu que os médicos em causa eram médicos aposentados, contratados pelo Serviço Nacional de Saúde, com contratos válidos até final de julho.

Lamentando o transtorno que tal medida causou, o deputado famalicense classifica de “grave” a decisão da ARS por “ter sido negada” a assistência médica a milhares de utentes na medida em que era conhecida antecipadamente a saída dos cinco médicos.

“Porque razão a substituição não ocorreu imediatamente”, interpela Jorge Paulo Oliveira, vincando que a falta de médicos é mais uma manifestação do “desinvestimento do Governo na prestação dos serviços públicos, particularmente visível nos serviços de saúde, educação e acessibilidades, com claros prejuízos para as populações, neste caso para milhares de utentes daquela unidade de saúde”.

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