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Passeio da Memória chega a Famalicão no próximo sábado

3 min. 25.09.2018

Informar e consciencializar sobre a doença de Alzheimer, para os sinais de alerta e, sobretudo, para a necessidade de um diagnóstico precoce é o principal objetivo da caminhada e do encontro informal que a Associação Alzheimer Portugal vai promover nos próximos dias em Famalicão, com o apoio da Casa da Memória Viva de Famalicão e da autarquia famalicense.

O primeiro momento decorre já neste sábado, dia 29, com a chegada do grande evento anual da Alzheimer Portugal a Famalicão - o Passeio da Memória. A atividade, que se realiza desde 2011 e que este ano vai passar por 67 municípios portugueses, consiste numa caminhada solidária de cerca de 4,5 quilómetros, com partida e chegada no Parque da Devesa (junto ao estacionamento do CITEVE) e cuja participação está sujeita a uma doação mínima de 5 euros.

Já no dia 10 outubro, às 16h00, o café-concerto da Casa das Artes recebe a primeira sessão no concelho famalicense da iniciativa “Café Memória”. Trata-se de um espaço de partilha de experiências e de diálogo à volta do problema das demências, procurando-se soluções para as doenças a partir do conhecimento concreto das implicações das mesmas para o doente, família, cuidadores e comunidade envolvente.

A representante da delegação Norte da Associação Alzheimer Portugal, Ana Taborda, fala em “dois momentos de convívio e de partilha de experiências para que as pessoas se sintam à vontade para falar sobre a doença”.

A dirigente falava  na conferência de imprensa de apresentação dos dois eventos em Famalicão, que contou ainda com a presença da vereadora da Saúde Pública da autarquia, Sofia Fernandes, do representante da Casa da Memória Viva de Famalicão, Carlos de Sousa, e de Pedro Silva Moreira, dirigente da Calcantes, associação responsável pelo desenho do trajeto da caminhada.

Sofia Fernandes salientou a importância deste tipo de atividades para que as famílias saibam que têm sempre a quem recorrer, caso se encontrem nesta situação. A vereadora da autarquia famalicense adiantou ainda que a problemática das demências vai continuar a ser uma preocupação do executivo municipal e que está já a ser preparado um projeto concelhio para 2019 dedicado às doenças mentais e demências.

Carlos de Sousa, da Casa da Memória Viva de Famalicão, agradeceu a sensibilidade e o acolhimento do município para colocar no terreno estas duas iniciativas. “Nem nos livros aprendemos tudo e estas iniciativas são espaços de entreajuda que fazem todo o sentido em Famalicão”, disse.

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