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Jorge Paulo exige redução dos passes também em Famalicão

3 min. 02.10.2018

O deputado do PSD à Assembleia da República, Jorge Paulo Oliveira, reuniu com a empresa Arriva e defendeu que a redução dos passes sociais para os transportes públicos tem de ser uma realidade em todo o território nacional e não apenas nas duas principais cidades do país.

A quinze dias da data limite para a entrega da Proposta do Orçamento do Estado para 2019, Jorge Paulo Oliveira, reuniu na passada segunda-feira, com a Administração da Arriva Portugal, uma das principais concessionárias de transporte rodoviário de passageiros interurbano na região e detentor da maioria do capital social dos TUF – Transportes Urbanos de Famalicão.

 A reunião de trabalho surge na sequência da disponibilidade manifestada pelo ministro do Ambiente de, através do Orçamento do Estado, se operar uma redução dos passes sociais para os transportes públicos das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto deixando de fora o resto do país.

Matos Fernandes, chegou a adiantar que a medida poderia vir a ser estendida a todo o território nacional, mas as câmaras municipais teriam de contribuir com metade desse esforço, requisito que não é exigível às autarquias das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. “Dito de outra forma, em Lisboa e Porto os incentivos à mobilidade são custeados pelo Orçamento do Estado, no resto do país são suportados pelas câmaras municipais. Esta discriminação é, simplesmente, inconcebível”, diz Jorge Paulo Oliveira.

Para o deputado famalicense, “de é necessário promover o uso dos transportes públicos, atento os ganhos ambientais e a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos que se obtém por força do reforço das soluções de mobilidade das pessoas, essa necessidade não é exclusiva de Lisboa e Porto, é de todo o território nacional”.

Na reunião de trabalho com Manuel Oliveira, presidente da Comissão Executiva da Arriva, foi igualmente abordada a problemática dos números apresentados pelo ministro do Ambiente, quanto à estimativa das verbas necessárias para a implementação da medida: 60 milhões de euros para Lisboa, 15 a 20 milhões para o Porto e 5 a 10 milhões de euros para o resto do país. São números “irrealistas” diz Jorge Paulo Oliveira, exemplificando com o caso de Famalicão. “Segundo os dados da Arriva, tendo por base apenas as linhas operadas por aquela empresa em território famalicense e dependendo do tipo de passe que a medida possa vir a abranger, a compensação anualmente devida será sempre no mínimo de 491 mil euros, mas facilmente pode chegar muito perto de um milhão e meio de euros”.

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