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Tempestade Leslie não provocou danos de maior em Famalicão

2 min. 14.10.2018

Depois de uma ronda pelos Bombeiros do concelho não foram muitos os danos a registar. Ao início da noite, os Bombeiros Famalicenses acudiram a três quedas de árvores, registadas, em estradas nas freguesias da Portela, Brufe e Vermoim. Estas quedas, não provocaram qualquer dano material ou ferimentos. Também foi esta corporação que esteve num entupimento na Estrada Nacional 14, em Arnoso Santa Maria, que se registou ao início da noite. Não obstante o constrangimento que provocou no trânsito, foi prontamente resolvido.

Em Famalicão os ventos também sopraram forte e a chuva, por volta da meia noite, caiu intensamente, mas os Bombeiros de Famalicão não registaram qualquer ocorrência.

Já os Bombeiros de Riba de Ave, também estiveram na resolução da queda de um poste em Oliveira Santa Maria e na queda de uma árvore, em Serzedelo, Guimarães. As duas ocorrências foram registadas durante a noite e não provocaram danos materiais ou ferimentos.

 No resto do país as coisas passaram-se de forma diferente. A tempestade Leslie chegou e deixou um cenário de destruição.

A tempestade, que foi furacão, danificou casas, desalojou pessoas, arrancou árvores e, acima de tudo, assustou. O vento chegou a soprar a uma velocidade de 176 quilómetros por hora.

Foi precisamente na Figueira da Foz que 800 pessoas ficaram retidas no Centro de Artes e Espetáculos, depois de ter faltado a electricidade durante um concerto de Carminho.

A falta de eletricidade é, aliás, um problema em cerca de 15 mil casas. A EDP faz "mea culpa" e assumiu, ao início da noite, que a situação era “grave”. A situação não terá sido ainda resolvida.

Com a chegada ao Minho o “Leslie” acalmou. Às 2h00 o presidente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera explicava que a tempestade pós-tropical já estava “no extremo norte do território do continente português” e que, apesar de prever “precipitação na região do Minho”, a situação iria normalizar rapidamente.

O que resta da noite, com a ajuda do raiar da primeira luz da manhã, permitirá avaliar melhor tudo o que o “Leslie” fez a Portugal Continental.

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