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Portugal perdeu 635 padres em 15 anos

1 min. 21.10.2018

Com o número de párocos a descer, foi preciso recorrer a sacerdotes de congregações e missionários.

O recurso a sacerdotes de várias congregações, missionários e padres estrangeiros a viver em Portugal para que fiquem responsáveis por paróquias foi o modo informal encontrado pelos responsáveis pela Igreja portuguesa para minorar a falta de padres.

Entre 2000 e 2015, o número de sacerdotes diocesanos (que dependem das dioceses onde residem) baixou de 3159 para 2524.Os números da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) revelam que, em 15 anos, Portugal perdeu 635 padres. Atualmente, de acordo com o Anuário Católico, existem 3022 padres para ´dar resposta às necessidades das 4373 paróquias nacionais.

O aumento de sacerdotes não está diretamente ligado às ordenações que aconteceram nos últimos anos (o número de novos sacerdotes é, anualmente, inferior ao número de padres que morrem). "O clero religioso, os missionários ou de congregações estão a assumir funções que, até há poucos anos, não faziam parte do seu trabalho", disse ao JN um sacerdote, estudioso da dinâmica da Igreja Católica.

Entre as ordens religiosas, que vivem em mosteiros e têm por missão dedicar-se ao ensino ou à oração, há cada vez mais padres a tornarem-se párocos.

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