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Demolições na Orla Costeira começam no próximo ano

2 min. 06.11.2018

As intervenções previstas no novo Plano da Orla Costeira de Caminha a Espinho vão iniciar-se em 2019. Segundo revela o Jornal de Notícias, serão necessários 12 milhões de euros para demolições, calendarizando o início da retirada de três dos 14 núcleos com habitações sobre as dunas já a partir do próximo ano. O JN adianta que os aglomerados com uma centena de casas (a maioria de ocupação sazonal) de Ofir Sul, de Pedrinhas e de Cedovém, em Esposende, serão os primeiros a intervencionar.

A remoção de construções em risco ou ilegais nos três núcleos do concelho de Esposende estará concluída em 2021 e custará 2,36 milhões. Estas operações, tal como as intervenções de recuo planeado nas praias da Amorosa, Pedra Alta, Suave Mar, Fragosa (Aver-o-Mar), Mindelo, Congreira, Pucinho, Marreco, Madalena e Paramos, contarão com financiamento comunitário do POSEUR. A fatura das demolições naqueles areais totaliza 8,25 milhões. Mas a Agência Portuguesa do Ambiente reserva ainda um milhão de euros para remover outras "estruturas" sob ameaça elevada de erosão e de galgamento pelo mar noutras zonas da costa.

O programa de execução do POC coloca, num segundo nível de prioridade, a retirada das construções em risco ou ilegais dos núcleos de Suave Mar, em Esposende, e de Pedra Alta e Amorosa, em Viana do Castelo. Os trabalhos terão de realizar-se entre 2021 e 2024.

Já entre 2022 e 2025, decorrerão as operações de remoção dos aglomerados de habitações de Aver-o-Mar (Póvoa de Varzim), Mindelo, Congreira e Pucinho (Vila do Conde), Marreco (Matosinhos), Madalena (Gaia) e Paramos (Espinho).

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