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Diabéticos vão trocar a seringa por comprimidos

1 min. 06.11.2018

Farmacêutica que investiga insulina para toma oral garante que não desistirá da ideia de substituir as “estigmatizantes” injeções. E avança com novo antidiabético em comprimidos. A ciência tem dado passos importantes para a cura da diabetes tipo 1.

A diabetes alastra a uma velocidade vertiginosa, é a pandemia do século XXI. Atinge mais de 420 milhões de pessoas em todo o Mundo e dentro de 25 anos serão mais de 700 milhões os afetados. É um fardo pesado para os doentes, um sorvedouro de recursos económicos dos países e um desafio permanente para cientistas e indústria farmacêutica. Nas últimas décadas deram-se passos importantes na investigação e os próximos anos podem ser decisivos para os doentes.

Há cada vez mais esperança na cura da diabetes tipo 1, que surge mais frequentemente nas crianças e nos jovens. Para esta doença autoimune que destrói as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, a investigação com células estaminais parece cada vez mais promissora.

A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, o maior produtor mundial de insulina, está na linha da frente da investigação nesta área. Durante as últimas décadas, os cientistas focaram-se em usar as células estaminais para mimetizar as células beta, produtoras de insulina. E conseguiram, mas o problema era descobrir como transplantá-las para o organismo sem que o sistema imunitário voltasse a atacá-las.

Fonte: Notícias Magazine

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