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Ambulâncias recusam doentes por atrasos nos pagamentos

1 min. 21.11.2018

São cada vez mais as empresas privadas e as corporações de bombeiros que recusam transportar doentes não urgentes com credencial dos hospitais, ou seja, pagos pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O preço tabelado não compensa, sobretudo em trajetos curtos, e as dívidas acumuladas de muitos hospitais tornam o serviço "incomportável", dizem os prestadores. A nível particular, uma viagem curta de ida e volta pode custar 70 euros e muitos doentes estão a ficar sem alternativa.

Este mês, os utentes transportados para consultas e tratamentos no Hospital de S. João, no Porto, pelas ambulâncias "Salvavida" foram avisados, por escrito, pela empresa de que o transporte com credencial cessaria a partir de dia 15. Em causa, refere a carta, estão faturas em atraso relativas ao transporte com credencial. Contactado pelo JN, Paulo Tavares, responsável da empresa, disse que o hospital tem uma fatura pendente de 2016, nenhuma de 2017 e várias desde janeiro deste ano, no valor total de 24 mil euros, o que levou à decisão de parar com o serviço.

O Hospital de S. João nega ter faturas em atraso de 2016 e garante ter tudo pago até julho deste ano. O administrador Renato Matos reconhece que há problemas com o transporte de doentes não urgentes, mas estes devem-se ao valor baixo que está tabelado.

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