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CTT Lousado: Paulo Cunha surpreendido e indignado

2 min. 04.12.2018

O anunciado fecho dos CTT de Lousado apanhou de surpresa o presidente da Câmara de Famalicão. Paulo Cunha reage com surpresa e indignação ao anúncio da administração do CTT de encerrar este serviço em Lousado até ao final do ano e reclama a intervenção do Governo.

“È muito mau para as populações. O que aconteceu em Nine, em Delães, em Riba d’Ave e o que agora está anunciado para acontecer em Lousado é um retrocesso num processo civilizacional e de crescimento que o concelho tem tido”, afirma o edil.

A Junta de Freguesia de Lousado tomou conhecimento da decisão durante uma reunião com o diretor da área Comercial dos CTT no fim do mês de novembro. Nesse mesmo encontro, a administração dos Correios propôs que, depois do encerramento, seja a autarquia local a assegurar os serviços na própria sede da Junta.

Paulo Cunha diz que esta não é a solução desejada, mas que se for a única, a Câmara Municipal irá colaborar com a autarquia de Lousado, como fez em outras freguesias.

O presidente da Câmara fala numa estratégia deliberada dos CTT, não só em Famalicão como no país, e lamenta que “o Governo assista impávido e sereno a esta situação”. “O Estado tem a obrigação e exigir que se cumpra o serviço público que está contratualizado com aquela empresa”, defende.

Refira-se que o executivo lousadense considera que a proposta dos CTT em passar o serviço dos Correios para a sede da Junta, como é sugerido pela empresa, não é a solução desejada. Por isso, está marcada para quinta-feira, às 21 horas, na Casa do Povo de Lousado, uma Assembleia Extraordinária, para definir estratégias, no sentido de evitar o encerramento dos Correios em Lousado.

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