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PSP com agentes infiltrados nos "coletes amarelos"

2 min. 20.12.2018

A PSP tem debaixo de olho, há mais de duas semanas, todos os grupos organizadores do protesto "Vamos parar Portugal", que começou a ser preparado nas redes sociais há mais de quatro semanas e pretende replicar, sexta-feira, por cá, os efeitos dos "coletes amarelos" de França.

A monitorização está a ser feita através de grupos no WhatsApp, em redes sociais e pequenas reuniões que têm sido realizadas nos últimos dias, apurou o JN junto de elementos da força de segurança - que tem este protesto sob sinal vermelho sem o "tentar desmobilizar".

As orientações da organização passam por travar o trânsito no país, com encenações logo de manhã cedo. O poder político reage com cautela a movimento, que integra socialistas e código de atuação, sendo que uma das principais conclusões da PSP é que não se confirma a alegada ligação à extrema-direita dos mentores do Movimento Coletes Amarelos Portugal (MCAP) - que organiza o protesto. "Aquilo que tem sido identificada é uma militância organizada, sem ideologia e muito populismo", apurou o JN.

 Ao contrário dos franceses, que começaram por ser só camionistas a exigir combustíveis mais baratos, os "coletes" nacionais arrancam com uma mão-cheia de exigências, mas a estratégia é a mesma: o protesto visa bloquear pontos nevrálgicos.

Nas mensagens no WhatsApp, a receita é a mesma: carros em marcha lenta, das seis à sete da manhã, em direção aos locais agendados. Às autoridades a resposta a dar é de que se trata de uma "avaria, acidente ou ataque de pânico". Recomendam-se "mantimentos", o uso da "bandeira nacional" e a "não causar distúrbios".

Ler mais em JN

 

 

 

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