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Continental Mabor pede aos Correios para não fechar posto de Lousado

2 min. 23.01.2019

Pedro Carreira, responsável da quarta maior exportadora em Portugal, está preocupado com o efeito de um eventual encerramento do posto de Correios em Lousado.

O presidente da Continental Mabor, Pedro Carreira, escreveu ao presidente dos CTT, Francisco Lacerda, a pedir que os Correios não encerrem o posto de Lousado.

A Continental Mabor, em declarações ao Jornal Económico, sublinhou a relevância que o posto de Correios de Lousado tem para a laboração da fábrica de pneus do grupo alemão na zona de Famalicão, onde emprega 2150 trabalhadores, produz 18 milhões de pneus por ano e exporta 98% da produção.

 “Não havendo correspondência direta entre o volume de produção e a correspondência postal expedida e recebida via CTT, há uma relação imediata proveniente do número de clientes, fornecedores e entidades privadas ou oficiais que se relacionam com a nossa empresa”, adianta o presidente da empresa.

Este relacionamento “obriga-nos a deslocações ao posto dos CTT de Lousado de pelo menos duas vezes por dia, quando não são três para tratar do levantamento ou expedição bem como proceder à recolha da correspondência endereçada para o nosso apartado”, referiu, esclarecendo que “todas estas operações movimentam valores na ordem dos 47 mil euros por ano”.

Além disso, no âmbito da responsabilidade social da Continental Mabor, a empresa não está alheia “à preocupação local quanto ao eventual fecho do posto dos CTT de Lousado, até porque grande parte das pessoas aqui residentes foram ou são colaboradores da nossa empresa ou são ainda seus familiares”.

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