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Inspeção detetou 1.600 trabalhadores precários em 2018

1 min. 30.01.2019

A ação conjunta da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e do Instituto da Segurança Social (ISS) abrangeu 1.454 empresas no ano passado e encontrou contribuições em falta para a Segurança Social no valor de quase 105 mil euros.

De acordo com os resultados, enviados à agência Lusa, foram realizadas duas mil visitas a empresas, num total de 19 mil trabalhadores, tendo sido alvo da ação 7.900 contratados a termo e trabalhadores independentes, "estando cerca de 1.600 em situação irregular". Segundo adiantam, do total, foram já regularizadas 1.437 situações.

Quanto aos trabalhadores com contrato a termo, foram abrangidos pela ação inspetiva 6.282, dos quais 1.359 apresentavam situação irregular, estando resolvidos 92% dos casos. Já no caso dos trabalhadores com falsos contratos de prestação de serviços, a inspeção abrangeu 1.653 pessoas e dos 185 que estavam irregulares 68% já têm a situação regularizada.

Foram ainda detetadas 1.276 irregularidades relativas a outras matérias laborais e de segurança e saúde no trabalho.

Do total de empresas abrangidas, 76% são microempresas (menos de 10 trabalhadores), 16% pequenas empresas (10-49 trabalhadores), 6% empresas médias (50-249 trabalhadores) e 2% grandes empresas (250 ou mais trabalhadores).

A maioria das empresas visitadas estão na região de Lisboa e Vale do Tejo, seguindo-se a região Norte, o Centro e as regiões do Alentejo e Algarve.

A ação foi dirigida a todos os setores de atividade, com particular incidência nas empresas de prestação de serviços, prestação de serviços sociais, indústria transformadora, indústria hoteleira e similares e construção civil.

 

 

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