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Assaltos: Paulo Cunha exige reforço de efetivos para PSP e GNR

2 min. 01.02.2019

O presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, manifesta-se preocupado com o “clima de insegurança” que se vive no concelho e lamentou “a descontinuação do investimento estatal na segurança dos portugueses”.

Paulo Cunha reagiu, esta sexta-feira, à recente vaga de assaltos que tem acontecido na cidade e à preocupação manifestada já ontem pela Associação Comercial e Industrial de Famalicão.

Paulo Cunha garante que Câmara tem acompanhado em permanência o dossiê da segurança, ou da falta dela, um problema que não é de agora, mas que resulta, em seu entender, das decisões do governo central. “O decréscimo de efetivos que na PSP quer na GNR e a redução dos meios têm, infelizmente, como consequência um aumento da insegurança”, afirma.

A recente onda de assaltos na cidade de Famalicão, com várias lojas comerciais assaltadas em noites consecutivas, bem como furtos e vandalismo em viaturas estacionadas na vida pública, preocupa o autarca que lembra, contudo, que “o problema da insegurança em Famalicão não tem oito dias, nem oito meses, mas tem-se agravado nos últimos anos”.

Paulo Cunha reforça ainda que a Câmara Municipal não tem competências nesta matéria e que pouco mais pode fazer do que reivindicar da tutela a adoção de medidas, “algo que temos feito e continuaremos a fazer incessantemente e energicamente”.

Para o presidente da Câmara de Famalicão a “única forma de resolver o problema é a presença efetiva de agentes da PSP e da GNR no território e maior vigilância”.

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