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Concelhias do PSD exigem plano efetivo para despoluição do Ave

2 min. 06.02.2019

Despoluir e revitalizar o Ave é o objetivo que está a unir e mobilizar as concelhias do PSD dos sete concelhos atravessados pelos 90 quilómetros de percurso deste rio, desde a nascente, na Serra da Cabreira, em Vieira do Minho, até à foz em Vila do Conde. Ao longo das próximas semanas, as sete estruturas partidárias, entre as quais a de Famalicão, vão promover, através dos seus representantes eleitos nas autarquias locais, uma tomada de posição conjunta das Câmaras, Assembleias Municipais e Assembleias de Freguesia, a exigir do Governo “a elaboração imediata” de um Plano de Despoluição e Revitalização do Rio Ave.

Trata-se dos concelhos de Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Guimarães, Santo Tirso, Trofa, Famalicão e Vila do Conde, a que se juntam as mais de 6 dezenas de freguesias atravessadas por aquele curso de água, o que poderá resultar no envio de cerca de sete dezenas de propostas de recomendação ao Governo.

Em nota enviada á imprensa e subscrita pelos dirigentes das sete concelhias, entre os quais o líder do PSD Famalicão e presidente da Câmara, Paulo Cunha, afirma que “a expetativa é que esta tomada de posição assente na união de propósitos entre territórios contíguos, torne a Administração Central sensível ao problema e a faça avançar de imediato para a elaboração de um diagnóstico, avaliação, identificação das principais áreas de intervenção e elaboração um plano de ação urgente”.

 “Não podemos esperar mais. O rio Ave tem uma importância crucial para a economia da região. É fundamental para a saúde, para o ambiente e, sobretudo, para a valorização do elemento água para as gerações vindouras e tem um potencial cultural e turístico de grande alcance”, afirmam, em uníssono, os presidentes das concelhias social-democratas.

Os responsáveis realçam o aparecimento, nos últimos anos, “de novos e ambiciosos projetos” à volta da Bacia Hidrográfica do Ave, como a construção de novos parques e de percursos pedonais através da recuperação das margens ribeirinhas, “que se têm traduzido no desenvolvimento de atividades de lazer e desportivas e no aparecimento de novas oportunidades de desenvolvimento regional”.

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