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IPO Porto acusado de desumanidade pela ERS

1 min. 26.02.2019

O IPO Porto é acusado pela Entidade Reguladora de Saúde (ERS) de falta de humanidade no acompanhamento de doentes em estado terminal.

O caso foi detetado depois da queixa de uma mulher informada pelos médicos de que a mãe tinha 24 horas de vida, mas que foi impedida de passar a noite no quarto da progenitora.

Em causa está o Regulamento de Visitas e Acompanhantes que tem regras em "total desrespeito pela legislação em vigor".

Citando a lei de 2014 sobre direitos e deveres do utente dos serviços de saúde, o regulador do setor diz que é evidente que os familiares próximos têm direito a acompanhar de forma permanente, de "dia e de noite", doentes incuráveis em estado avançado e no final da vida.

A deliberação da ERS fala mesmo numa "particular e surpreendente falta de sensibilidade e cuidado", do IPO do Porto.

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