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Casal diz que aprendeu com IPPS a fazer peditórios falsos

1 min. 11.05.2018

Um casal de Famalicão começou ontem a ser julgado por ter organizado uma rede de peditórios falsos, através de telefonemas e utilizando pedidos de ajudas enganosos invocando crianças com doenças, e que durante cerca de sete anos angariou, pelo menos, 316 mil euros. Um reformado, de Ribeirão, também se senta no banco dos réus por burla. Segundo o Correio da Manhã, o homem cobrava os donativos, porta a porta, e recebia, segundo o casal, 2,5 euros por cada donativo recebido. Trabalhou para o casal durante seis anos.

Cátia Fonseca, de 35 anos, assumiu ter sido a autora da ideia. "Trabalhei em várias instituições de solidariedade social e que eram só fachada. Fazia telefonemas e angariava dinheiro", explicou.

De acordo com o Correio da Manhã, Cátia, interrogada pela juíza, não teve medo de indicar o nome das três IPSS de Vila Nova de Gaia a que se referia. Também o marido, Hélder Fonseca, de 40 anos, confirmou que fazia as cobranças em 9 concelhos e que mensalmente o esquema rendia até três mil euros.

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