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Marcelo Rebelo de Sousa abre portas do Centro Português do Surrealismo

2 min. 01.06.2018

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inaugura, pelas 17h30, o Centro Português do Surrealismo, na Fundação Cupertino de Miranda.

A cerimónia contará ainda com as presenças do presidente do Conselho de Administração da Fundação, Pedro Álvares Ribeiro; do presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, e de vários artistas de referência do Surrealismo Português, entre outras personalidades do mundo da cultura.

A cerimónia inicia-se com um espetáculo pelo Instituto Nacional de Artes do Circo. Segue-se uma sessão de boas-vindas com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa e, pelas 18h30, tem lugar a inauguração da exposição “O Surrealismo na Coleção Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian”.

Uma colagem com a imagem do General De Gaulle, da autoria de Mário Cesariny, e uma escultura com caixa de vidro que representa o “Mar Português”, de Cruzeiro Seixas, são apenas dois exemplos das mais de três mil obras ligadas ao surrealismo português que integram a coleção da Fundação Cupertino de Miranda, e que a partir de hoje vão estar patentes ao público de uma forma rotativa no Centro Português do Surrealismo.

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“A qualidade, a diversidade e os atributos da coleção” que reúne 130 artistas do movimento surrealista, entre os quais Mário Cesariny e Artur Cruzeiro Seixas e muitos outros, justificaram a criação deste novo espaço “amplo e com excelentes condições de visita”, como explicou o diretor da Fundação Cupertino de Miranda, António Gonçalves.

Para António Gonçalves, a nova estrutura pretende ser “um centro ativo de estudo e investigação do surrealismo”.

 

As instalações do Centro Português do Surrealismo

Da autoria do arquiteto João Mendes Ribeiro, o Centro Português do Surrealismo nasce da adaptação do edifício da Fundação Cupertino de Miranda, que foi desenhado nos anos 50, ex-libris do espaço citadino.

Para o arquiteto, o projeto constituiu “um enorme desafio pela ligação entre o passado e o futuro” e “pelo tema da contemporaneidade”.

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