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Marcelo abriu as portas do Centro Português do Surrealismo

2 min. 01.06.2018

Após 20 anos a sonhar, está de portas abertas o Centro Português do Surrealismo (CPS). O espaço foi inaugurado, esta sexta-feira, dia 1 de junho, pelo Presidente da República. A cerimónia contou ainda com o Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes.

O CPS nasceu na Fundação Cupertino de Miranda, em Famalicão e conta atualmente com uma coleção de mais de três mil obras ligadas ao surrealismo, nomeadamente de Mário Cesariny e Artur Cruzeiro Seixas (presente na cerimónia), num total de 130 artistas.

Da autoria do arquiteto João Mendes Ribeiro, o Centro Português do Surrealismo nasce da adaptação do emblemático edifício da Fundação Cupertino de Miranda, que foi desenhado nos anos 50, verdadeiro ex-libris do espaço citadino.

O presidente do Conselho de Administração da Fundação, Pedro Álvares Ribeiro falou numa vontade finalmente concretizada. “É uma grande satisfação e vamos continuar o nosso caminho”, frisou.

Em Famalicão, Marcelo Rebelo de Sousa elogiou o dinamismo do concelho e declarou que este é o lugar certo para acolher o Centro Português do Surrealismo.

Por seu turno, Paulo Cunha, presidente da Câmara de Famalicão de Famalicão, entende que o concelho ganha um novo vigor no plano da cultura, nacional e internacionalmente.

Refira-se que a somar às obras de adaptação do edifício, prevê-se ainda uma nova programação e novos custos com o funcionamento do Centro Português do Surrealismo que implicará um investimento na ordem dos 2,5 milhões de euros. A autarquia contribuirá com a atribuição de um apoio  financeiro no valor de 300 mil euros, repartidos por quatro anos.

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