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Negócios

ROQ muda de acionistas num negócio de 150 milhões

2 min. 16.02.2018

A metalomecânica ROQ, de Oliveira S. Mateus, líder mundial no fabrico de máquinas automáticas para estamparias têxteis, vai mudar de acionistas. O fundador da empresa, Manuel Sá, reduz para 12% e o fundo Explorer Investmens sai do capital, vendendo a sua participação de 70%. Entram dois gigantes da gestão de ativos: a Magnum Capital e o ramo ibérico da Alantra, que ficam com 44% do capital cada um. Manuel Sá permanecerá, contudo, na condução da gestão do grupo que fundou.

Segundo avançou o jornal Expresso, o negócio foi fechado esta semana e terá avaliado a empresa famalicense em 150 milhões de euros.

Em 2013, Manuel Sá já tinha cedido a maioria da empresa ao fundo Explorer, numa lógica de potenciar a expansão e, acima de tudo, de introduzir um modelo de gestão profissional, resolvendo o problema da sucessão. Agora o fundo Explorer também vendeu a sua participação.

A ROQ fabrica máquinas à medida do cliente, de alto desempenho e precisão para estamparias, com recurso a tecnologia de ponta. Em 2017, a empresa aplicou 2,6 milhões de euros na expansão fabril, instalando mais três pavilhões para fabricar novos modelos de máquinas.

Ao anunciar a transação desta semana, Magnum e Alantra referiam que o grupo ROQ "beneficia de perspetivas de crescimento sólido e de uma procura resiliente, considerando as tendências da moda global e a crescente procura de personalização" do vestuário.

Refira-se que az Magnum gere dois fundos com investimentos no mercado ibérico dotados de 1,3 mil milhões de euros. A Alantra é uma empresa global de banca de investimento e gestão de ativos.

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