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Costa afasta requisição civil e fala em serviços mínimos garantidos

2 min. 12.08.2019

"Normalidade." Costa afasta requisição civil e fala em serviços mínimos garantidos.

Corre como deve correr a greve dos motoristas de matérias perigosas, que começou nesta segunda-feira. É o primeiro-ministro quem o diz.

Questionado pelos jornalistas no final de uma reunião na sede da Proteção Civil, em Carnaxide, António Costa garantiu que não foi necessário decretar, até agora, a requisição civil nem recrutas qualquer elemento das forças de segurança ou das Forças Armadas para que os serviços sejam cumpridos.

“Quero registar como positivo que os sindicatos estejam a exercer os serviços mínimos e desejamos que não tenhamos de fazer mais nada do que o que foi feito”, afirmou.

“O Governo atua na margem do estritamente necessário”, sublinhou. “A greve é legítima, mas é necessário assegurar os serviços mínimos”, que “têm estado a ser cumpridos”, pelo que “a requisição civil não foi necessária. É assim que desejamos que aconteça e o direito à greve se exerça de forma tranquila, respeitando também os direitos de todos os portugueses”, destacou ainda.

O primeiro-ministro considera, assim, que “está tudo a decorrer com enorme civismo e tranquilidade”.

E, neste cenário, António Costa deixa um apelo às partes em conflito: “aproveitem este civismo” para regressar à mesa das negociações.

 Entretanto, o porta-voz do Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas disse que os serviços mínimos decretados pelo Governo não vão ser cumpridos.

As declarações surgem na sequência da suposta contratação de motoristas para fazer mais do que os serviços mínimos e devido ao aparto policial presente nas centrais de logística.

"A partir deste momento, as pessoas que aqui estão não vão fazer mais serviços nenhuns e os que estão fora vão voltar aqui, para os piquetes de greve, porque aquilo que está a acontecer é uma violação clara do direito à greve pelas empresas e pelo Governo", afirmou Pedro Pardal Henriques aos jornalistas.

 

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