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Associação Amigos de Famalicão debate 44 anos de democracia

4 min. 01.11.2019

“Quarente e quatro anos de democracia, das eleições de 1976 até aos dias de hoje”, é o tema que se propõe debater a Associação Amigos de Famalicão.

A conferência sobre a Administração e o Poder Local já tem data marcada – é a 16 de novembro – e tem como orador convidado António Cândido Oliveira, professor catedrático jubilado da Faculdade de Direito da Universidade do Minho.

Esta é a primeira conferência de um ciclo de três, tal como explicou o presidente da Associação Amigos de Famalicão, na terça-feira, na apresentação da iniciativa aos jornalistas.

Considerando que é urgente dar a conhecer alguns factos históricos do concelho, Almeida Pinto justificou, assim, a iniciativa lançada pela associação a que preside. Com rasgados elogios ao primeiro orador convidado, Almeida Pinto falou num homem com enorme gabarito e grandeza, “que é mais reconhecido a nível nacional, do que local”. “É preciso aproveitar as pessoas que temos dentro de portas para debater estes temas”, acrescentou.

Sobre a primeira conferência, que acontece já a 16 de novembro, na Fundação Cupertino de Miranda, o orador convidado antecipou, de uma forma geral, os pontos fortes que vai abordar, que se dividem em três áreas: partidos, eleições e a comunicação social.

“Quero falar um pouco sobre o período de transição de 74 a 76 e depois falar da evolução que houve daí para cá, ou seja, o que é que aconteceu em Famalicão nestes 44 anos”, sublinhou António Cândido Oliveira, que espera uma iniciativa participada, “que se prolongue no tempo e na discussão”.

Para o orador é também importante falar nos partidos políticos que se formaram na altura e, para enriquecer o debate, “que se quer informal e aberto à participação”, o professor catedrático espera que estejam presentes pessoas que ajudem a explicar estas movimentações.

O jornalismo e a comunicação social, que no pós 25 de Abril tardou a reagir no concelho, é outro assunto que António Cândido Oliveira considera “interessante” para abordar na primeira conferência.

Aliando os dados avançados pelos jornais e rádios locais da altura e de agora, o orador quer debater e estudar os números que demonstram que os famalicenses “sempre souberam distinguir os atos eleitorais nacionais e locais”.

As conferências que se seguem, que vão decorrer no início do próximo ano, vão abordar “as Religiões” e a “História de Vila Nova de Famalicão”.

O primeiro debate começa pelas 15h00 com a receção, seguida de uma visita livre à exposição “Como a sombra a vida foge”, dedicada a Isabel Meyrelles. Depois, pelas 15h45 tem início a conferência propriamente dita, segue-se a abertura à participação dos presentes, estando o encerramento previsto para as 17h00.

Para além do ciclo de conferências, o Plano de Atividades de 2020 da Associação Amigos de Famalicão contempla outras iniciativas, nomeadamente, logo no início do ano, homenagear uma associação famalicense ligada à economia social, bem como patrocinar o lançamento de alguns livros, contribuindo para a sua divulgação.

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