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Covid-19: Famílias insistem em marcar velórios e missas na Igreja

2 min. 20.03.2020

Tratar todos os corpos como se fossem vítimas de Covid-19. São estas as indicações dadas às agências funerárias pela Associação Nacional das Empresas Lutuosas (ANEL) um dia antes de registarmos, em Portugal, a primeira vítima mortal do novo coronavírus.

No entanto, ainda há famílias que tentam organizar velórios e igrejas com missas marcadas.

 

 

 

Carlos Almeida, presidente da ANEL, explica que as funerárias, tal como os hospitais, deixaram de vestir os mortos. "Os corpos são colocados num body bag, que é depois desinfetado", explica o responsável.

Do local do óbito segue-se diretamente para o cemitério ou centro crematório. De preferência, deve haver apenas um padre no local do enterro ou cremação, "nunca mais de 10 pessoas". O enterro deve ser o mais perto possível do local do óbito "para evitar grandes deslocações".

 

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