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Dicas para que nada falhe no IRS

4 min. 05.04.2020

A entrega do IRS teve início no passado dia 1 de abril e vai prolongar-se até ao dia 30 de junho. Se ainda não o fez, confira algumas dicas para não errar em nenhum procedimento. Por outro lado, se já o entregou e reparar que algo não está como o previsto, saiba ainda que pode apresentar outra declaração de substituição, sem qualquer prejuízo, desde que esta seja feita dentro do prazo legal. 

  • Escolha o timing certo para entregar a sua declaração. Não espere pelos últimos dias, e principalmente não se esqueça de a entregar, caso contrário pagará uma multa. Em suma, entregar o IRS nos primeiros dias pode não trazer nada de benéfico, uma vez que os trabalhadores da Autoridade Tributária e Aduaneira estão, eles próprios, a trabalhar a partir de casa, o que torna o processo mais lento. Por outro lado, apesar dos reembolsos não estarem em risco, também não há uma previsão para estes acontecerem. 
  • Lembra-se das passwords? Cada contribuinte tem de ter a sua senha de acesso ao Portal das Finanças. Se não a tem, registe-se diretamente no Portal e ser-lhe-á enviada uma em poucos dias. Se perdeu ou se o prazo expirou, também é possível pedir uma nova pelo mesmo meio. 
  • É certo que os procedimentos são online e nem todos os sabem concretizar. Por isso, peça ajuda a um familiar ou a um amigo e não saia de casa por este motivo. Tem sempre a oportunidade de, quando o Estado de Emergência for levantado, recorrer à sua Junta de Freguesia. 
  • Cuidado com o IRS automático. O fisco disponibiliza uma declaração provisória, totalmente preenchida, e uma simulação de liquidação. O contribuinte deve verificar e, depois, validar. Se o não fizer, mas também não entregar outra, no fim do prazo a declaração provisória torna-se definitiva e é automaticamente validada. Todos os dados inscritos pelo Fisco devem ser vistos ao pormenor e se alguma coisa estiver errada ou não bater certo, então o contribuinte deve optar por uma declaração normal, já que o IRS automático é facultativo. Havendo problema, a responsabilidade será sempre sua. Verifique sempre se este tipo de declaração é compatível consigo, uma vez que há diversas situações não abrangidas como é o exemplo de contribuintes com rendimentos obtidos no estrangeiro. 
  • Verifique e compare sempre as deduções. As deduções à coleta na declaração de IRS são preenchidas pelo Fisco, mas pode haver erros e é possível que os valores inscritos não correspondam às faturas que o contribuinte tem na sua posse. No que diz respeito às despesas de saúde, educação, lares e habitação, os valores podem ser inscritos manualmente. 
  • IRS junto ou separado? Os casados ou unidos de facto terão, como todos os anos, de avaliar qual a hipótese que lhes é mais favorável no cômputo final do imposto a pagar. O IRS conjunto será, seguramente, mais favorável se houver uma disparidade de rendimentos, ou seja, se um dos membros do casal recebeu no ano passado bastante mais do que o outro.  
  • Não se esqueça de confirmar o número da conta bancária, antes de submeter a declaração. 

Fonte: Dinheiro Vivo

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