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Como vai ser a sessão do 25 de Abril?

3 min. 25.04.2020

Duas petições - uma contra, outra a favor da cerimónia - e muita polémica depois, a Assembleia da República (AR) assinala hoje presencialmente os 46 anos do 25 de Abril. Devido à pandemia, deverão estar presentes 46 deputados (um quinto do total) e menos de 20 convidados. A confirmar-se, este número rondará a metade do limite máximo de 130 participantes que a conferência de líderes chegou a estipular, diminuição que acontece porque os partidos prescindiram de levar todos os parlamentares a que teriam direito. O protocolo habitual também foi reduzido e o uso de máscara não será obrigatório.

As comemorações arrancam às 10 horas com uma gravação do hino nacional (este ano não há banda), seguindo-se o discurso de Ferro Rodrigues, presidente da AR, que terá a seu lado apenas o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com cadeiras a separá-los.

Na tribuna do Governo estarão apenas quatro membros: o primeiro-ministro, António Costa; a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva; o ministro da Defesa, João Cravinho; e o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro.

PS com 19 pessoas, PSD 13

Seguem-se as intervenções dos nove partidos, por ordem crescente de representação: começam os deputados únicos representantes de partidos - primeiro João Cotrim Figueiredo, da IL, e depois André Ventura, do Chega, ambos com direito a três minutos.

Seguem-se José Luís Ferreira, do PEV; Inês Sousa Real, do PAN; e o CDS, que não divulgou o deputado. Estes partidos terão um parlamentar cada na sala e usarão da palavra durante seis minutos. Francisco Rodrigues dos Santos, líder do CDS (que não é deputado), estará ausente por discordar dos moldes da sessão.

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