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Ministério da Educação garante escolas com máscaras para todos

3 min. 06.05.2020

O Ministro da Educação garantiu que a tutela “será responsável” pelo apetrechamento das máscaras necessárias para distribuir por alunos e funcionários das escolas que vão reabrir dentro de duas semanas.

Os alunos do 11.º e 12.º ano deverão voltar a ter aulas presenciais a partir de 18 de maio e a entrada na escola só será permitida a quem tenha máscara, para conter a disseminação do novo coronavírus, que já provocou mais de mil mortos e infetou mais 25 mil pessoas em Portugal.

“Obviamente que o Ministério da Educação será o responsável por esse apetrechamento. O Ministério faz esse trabalho”, garantiu Tiago Brandão Rodrigues, durante a audição parlamentar da Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto, na terça-feira.

Para os cerca de 190 mil alunos que regressam às escolas “serão necessárias pelo menos cinco milhões e setecentas mil máscaras” para os primeiros 30 dias, segundo contas da deputada do PSD Cláudia André, às quais falta somar professores e funcionários.

Outro dos temas abordados na comissão por vários deputados foi sobre a disponibilidade de professores para garantir as aulas presenciais, uma vez que esta é uma classe bastante envelhecida e com algumas morbilidades.

Tiago Brandão Rodrigues garantiu que o Ministério está a trabalhar para “ter um corpo docente robusto”, sublinhando que neste processo de regresso às aulas presenciais serão em breve ouvidas as estruturas sindicais.

Em algumas escolas, as turmas poderão ficar divididas por várias salas de aula para garantir o distanciamento social e nesses casos serão precisos mais professores.

“Trabalharemos para ter um corpo docente robusto, para ter o corpo docente que seja necessário para dar a resposta com todos os condicionalismos de higienização e de distanciamento”, garantiu no parlamento, no mesmo dia em que as escolas receberam o manual para diminuir o perigo de contágio do novo coronavírus.

“Os corpos docentes das nossas escolas estão preparados para atuar, mas sempre que tivermos professores em situação de risco, que não possam estar na escola presencialmente com os seus alunos, estes podem ser coadjuvados por outros professores”, acrescentou Tiago Brandão Rodrigues.

O ministro esteve na terça-feira no parlamento a pedido do CDS-PP e do Bloco de Esquerda que queriam debater as politicas educativas anunciadas para este 3.º período e a preparação do próximo ano letivo.

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