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Proteção Civil pede cerco a Fátima para impedir entrada de peregrinos

2 min. 06.05.2020

Os apelos para que os peregrinos não se desloquem a Fátima nos próximos dias 12 e 13 de maio, onde as celebrações serão feitas sem a presença de fiéis, têm sido muitos, mas o presidente da Comissão Distrital da Proteção Civil de Santarém (CDPCS) teme que os peregrinos arrisquem uma ida à Cova da Iria e, por isso, defende que deviam ser tomadas medidas de exceção para dissuadir concentrações indesejadas e desaconselhadas nas imediações do Santuário de Fátima.

Em declarações ao JN, o presidente da CDPCS, e também presidente da Câmara Municipal do Sardoal, nota que as regras do estado de calamidade mantêm "o dever cívico de recolhimento no domicílio". No entanto, o desejo de proximidade a um local de culto onde neste período se reuniam habitualmente centenas de milhares de pessoas pode levar alguns peregrinos a querer arriscar a deslocação, mesmo sabendo que o acesso ao recinto de oração estará vedado e que as celebrações serão feitas sem a presença física de fiéis.

Neste sentido, Miguel Borges defende que o Governo devia "adotar medidas de exceção", como as que foram tomadas nos períodos da Páscoa e do fim de semana do 1º de maio, para dissuadir os peregrinos de se deslocarem a Fátima a 12 e 13 de maio e dotar as autoridades de ferramentas que permitam evitar eventuais concentrações de fiéis.

Refira-se que este ano, a Cruz Vermelha, a Ordem de Malta, o Movimento da Mensagem de Fátima e outras organizações de apoio aos peregrinos decidiram não instalar os postos de assistência nos percursos mais utilizados pelos peregrinos a pé.

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