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DGS diz que é cedo para avaliar reflexos do desconfinamento

1 min. 09.05.2020

A diretora-geral da Saúde disse hoje que “ainda é cedo” para avaliar o impacto das medidas de desconfinamento nos novos casos de infetados por covid-19, mas apelou aos cidadãos para manterem a precaução e não relaxarem.

Questionada na conferência de imprensa diária sobre a pandemia em relação aos reflexos do desconfinamento nos novos casos de infeção, Graça Freitas respondeu que “talvez seja um bocadinho cedo” para fazer essa avaliação.

“Com desconfinamento ou não, o nosso comportamento tem de ser de precaução, precaução, precaução”, apelou.

A diretora-geral alertou que “não se pode relaxar as medidas”, justificando que “nos sítios onde há relaxamento das medidas de distância física e de controlo da infeção surgem focos da doença”.

A responsável insistiu que “a doença não desapareceu, o vírus está a circular e apenas uma percentagem mínima da população foi atingida por esse vírus e terá imunidade”, motivo pelo qual “todos os que não tiveram a doenças estão suscetíveis ao risco”.

Graça Freitas relacionou o aumento médio de novos casos de infeção no país com o surto numa empresa da Azambuja, no distrito de Lisboa, onde existem 101 trabalhadores infetados e outros três casos relacionados, e com a realização de rastreios, sobretudo na região de Lisboa e Vale do Tejo.

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