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Pais têm de ir à escola devolver manuais escolares

2 min. 17.06.2020

A partir de 26 de junho, último dia de aulas, os encarregados de educação têm de se deslocar às escolas para devolver os manuais usados pelos filhos. Mas a devolução é contestada pela Confederação das Associações de Pais (Confap).

O Ministério da Educação publicou esta terça-feira o despacho que define o prazo para a devolução dos livros, com início no dia 26 de junho, o último dia de aulas do terceiro período.

Todos os estudantes têm de entregar os manuais escolares que vão voltar a ser utilizados no próximo ano, exceto os alunos do primeiro ciclo, que, no próximo ano letivo, vão ter manuais novos e também os estudantes de disciplinas sujeitas a exame nacional.

Nos casos excecionais, os alunos só têm de entregar os manuais na escola três dias depois da publicação das notas.

Mas a Confederação das Associações de Pais já contestou a exigência do Ministério da Educação. Em declarações ao JN, Jorge Ascensão lembra que as escolas não cumpriram os programas até ao fim e que, no início do próximo ano letivo, vai ser necessário recuperar conteúdos.

O presidente da Confap adianta que já avisou o Ministério para a necessidade de suspender a devolução dos manuais e vai igualmente pedir esclarecimentos ao ministro Tiago Brandão Rodrigues.

Entretanto, Filinto Lima, presidente da Associação de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, aconselha os pais a telefonar antes de irem à escola devolver os livros porque há casos em que as escolas estão a definir dias específicos por turno ou ano, para evitar a concentração de pessoas.

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