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Mário Centeno não se arrepende da venda do Novo Banco

1 min. 18.06.2020

O ex-ministro das Finanças, Mário Centeno, diz que não tem arrependimentos sobre a solução para o Novo Banco e que foi preciso fasear ao longo dos anos o impacto para o Estado poder cumprir as regras orçamentais.

"Poderíamos fazer sempre qualquer coisa diferente. Se eu me arrependi de alguma coisa que tenha feito? A resposta é mais fácil e é não. Se com o que eu sei hoje podia ter feito alguma coisa diferente? Hoje tenho muito mais informação e, se calhar, sim. Mas, honestamente, com a informação que existia e as restrições que existiam naquela altura não poderíamos ter feito muito diferente daquilo que fizemos", afirmou o ex-ministro das Finanças em entrevista ao 'podcast' Política com Palavra, do PS, acrescentando que foram estudadas "todas as alternativas".

Mário Centeno considerou que o processo relativo ao Novo Banco é "se calhar demasiado longo para os tempos políticos", mas afirmou que fasear ao longo dos anos o seu impacto nas contas públicas foi necessário para que o Estado português tivesse conseguido apresentar défices em linha com as regras da União Europeia.

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