casa-das-artes-propoe-musica-teatro-e-bailado-para-fechar-2020

Cultura

Casa das Artes propõe música, teatro e bailado para fechar 2020

5 min. 04.09.2020

A Casa das Artes de Famalicão já preparou a sua programação para o último trimestre de 2020, que não esquece o momento atual que vivemos provocado pela pandemia de Covid 19.

“Outubro, novembro e dezembro são meses decisivos para a construção da vida de todos os cidadãos e a Casa das Artes quer ver neles entalhada a sua missão cultural,”, refere a casa de espetáculos famalicense, em nota à imprensa.

Outubro arranca com a celebração do Dia Mundial da Música, com “Borealis Ensemble: Este Som de o Mar Praiar”, um projeto musical que junta Sara Braga Simões (soprano), António Carrilho (flautas de bisel), Catherine Strynckx (violoncelo) e Helena Marinho (piano). Ainda em outubro, em coprodução com o Teatro Nacional D. Maria II, o Município de Loulé e a Casa das Artes, sobe ao palco o espetáculo “Seis Meses Depois”, que assinala os 25 anos da conceituada companhia de bailado Olga Roriz, sendo Famalicão o local mais a norte do país a receber esta produção.

Outro destaque é o ciclo teatral “Poética da Palavra”, com cinco espetáculos a ocorrerem em outubro e novembro, dos quais quatro são coproduções e dois em estreia.

Esta terceira edição abre com “O Amante” de Harold Pinter, com interpretação de Custódia Gallego e Virgílio Castelo, numa encenação de Albano Jerónimo e Cláudia Lucas Chéu, a 9 de outubro.  Depois, a 30 e 31 de outubro chega “Vânia”, com texto e encenação de Luís Mestre. Para novembro estão agendadas as peças “Para Atravessar Contigo o Deserto do Mundo”, uma criação dos interpretes Lúcia Moniz e Pedro Lamares, (dia 7); “Airbnb e Nuvens”, uma radionovela com texto de Luísa Costa Gomes (dia 14); e “Wake Up”, a partir de “Wake Up And Smell The Coffee” de Eric Bogosian, uma cocriação de António Afonso Parra & Luís Araújo (dia 14).

O AMANTE

Na área do cinema, entre 10 e 17 de outubro vai decorrer o Close-Up: Observatório de Cinema de Famalicão. Esta quinta edição projeta-se orientada pelas relações do Cinema com a Cidade, no habitual encontro entre ficção e documentário, produção contemporânea e história do cinema.

Um dos destaques do programa são os filmes-concerto, que abrem e encerram a programação. O primeiro traz o rock corpulento dos Black Bombaim e a eletrónica de Luís Fernandes, na apresentação de uma banda sonora original e em estreia para “A Idade de Ouro”, o manifesto surrealista de Buñuel. A fechar será a voz de Cristina Branco e as novas formas do fado que sublimarão o encontro dos amantes em “The River”, de Frank Borzage.

Já a música tem como destaques o concerto de Tainá, uma descendente de indígenas brasileiros não foge das suas realidades, que atua a 6 de novembro.

Do Brasil chega também Adriana Calcanhoto que traz “Margem” à Casa das Artes, o disco que fecha a trilogia marítima iniciada com “Maritmo” (1998) e “Maré” (2008). Um concerto marcado para 22 de novembro.

A 26, 27 e 28 de novembro, estreia “Próspero”, um espetáculo de teatro, com tradução, dramaturgia e encenação de Pedro Galiza e interpretação de Jorge Pinto, que emerge a partir de “A Tempestade” de William Shakespeare, numa coprodução Ensemble/Casa das Artes.

No último mês deste ano, a Casa das Artes propõe, a 4 de dezembro, “Pinóquio”, uma encenação de Xico Alves que nos traz esta história familiar de esperança, através dos olhos juvenis do protagonista que dá o nome ao espetáculo.

A 5 de dezembro, a vez à música com a recolocação do espetáculo “Radio Gemini: Closer”, com David Fonseca, acompanhado por Paulo Pereira.

O ano encerra com “O Primo Basílio”, bailado em II atos a partir da obra homónima de Eça de Queirós, pela primeira vez desenhada em dança e sustentada pela música de compositores portugueses, pela Dança em Diálogos. Para ver a 12 de dezembro.

1 / 0
Pub - Ulahlah - 250-1
Auchan 250

Diário

opiniao-publica

Tudo sobre Famalicão no seu e-mail

Subscreva a nossa newsletter
e acompanhe a atualidade famalicense.